Bamboo Nov 25. 2011
Vitor Gonçalves , Josué Lopez, Bruno Aguilar, Bernardo Ramos e Alex Buck têm um vasto caminho percorrido na música brasileira. Diversas vezes premiados, já atuaram junto a grandes nomes como Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Naná Vasconcelos, Itiberê Zwarg, Djavan, Arismar do Espírito Santo e Hamilton de Holanda. O Bamboo é a consequência do cruzamento dessas histórias num encontro de extrema afinidade. No primeiro disco do grupo, Bamboo ,que será lançado lançado pelo selo Brasilianos, os compositores, instrumentistas e arranjadores apresentam um trabalho autoral repleto de referências, que vão das raízes da música brasileira ao jazz de vanguarda e a música clássica.
BOEMIA CARIOCA − A nona edição do guia Rio Botequim mantém a fórmula da edição anterior: os bares estrelados do Rio de Janeiro. Os quesitos são ambiente, atendimento, higiene, comida e, obviamente, a bebida. O guia traz ícones que indicam a modalidade de cada bar: pé-sujo, pé-limpo, tradicional, adega, informal, popular, bar e armazém e mercearia, além das informações de serviço completas. Edição bilíngue.
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Tags: 9ª Edição, Bares, Botequim, Casa da Palavra, Fotos Bruno Lira, Fotos Gui Maia, Fotos Leandro Pagliaro, Fotos Pedro Farina, Fotos Retina78, Gastronomia, Guia, Guilherme Studart, Pé-sujo, Restaurantes, Tipologia Rio Botequim
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COLEÇÃO NOVELAS IMORTAIS − Coleção Novelas Imortais, organizada por Fernando Sabino, volta às prateleiras pelo selo Rocco Jovens Leitores.
A FERA DA SELVA − “Você me contou que sempre teve, desde os primeiros tempos, como a coisa mais profunda dentro de você, a sensação de estar sendo poupado para algo estranho, talvez prodigioso e terrível, que mais cedo ou mais tarde acabaria acontecendo.” A partir dessa revelação, um homem e uma mulher ainda jovem passaram o resto da vida aguardando com obstinada intensidade que aconteça essa coisa extraordinária, como uma fera emboscada na selva, pronta a saltar a qualquer momento. Enquanto envelhecem, vão tecendo, com sentimentos à flor da pele, um sutilíssimo embate de emoções, no jogo da relação afetiva entre dois seres a quem o amor uniu sem que eles saibam.
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Tags: A fera na selva, Coleção Novelas Imortais, Editora Rocco, Fernando Sabino, Ficção, Henry James, Literatura estrangeira, Rocco Jovens Leitores
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A Companhia de Freud Editora publicou seu primeiro título em 1994. A idéia de fundar uma casa de edição nasceu de uma necessidade de alargar os horizontes da transmissão da psicanálise uma vez que, após a morte de Jacques Lacan, vários de seus discípulos tiveram dificuldade em fazer circular suas obras, sobretudo no Brasil. Assim, da convicção inicial e da responsabilidade ética com o discurso psicanalítico, para além da restrição de nomes, surgiu o encantamento e o compromisso com a divulgação de obras de enorme valor para o campo da psicanálise. A Companhia de Freud Editora encontra-se, hoje, em condições de ampliar seus horizontes. Decidimos editar livros de outros campos de saber como filosofia, história e alguns romances, que tocam de perto a vida subjetiva. O objetivo é seguir apostando nesta árdua, porém fascinante aventura do universo editorial a partir do discurso psicanalítico para outros.
ADOLESCÊNCIA, VIOLÊNCIA E A LEI
PROBLEMAS DE FAMÍLIA

O MÁGICO DE OZ − Quem nunca ouviu falar da menina Dorothy e seus inusitados companheiros de jornada – um espantalho, um homem de lata, um leão, um cãozinho –, que atire o primeiro tijolo amarelo! O mágico de Oz, de L. Frank Baum, nasceu como um best-seller, primeiro conto de fadas americano, marcando para sempre o american way de contar histórias. Não é à toa que sua adaptação para o cinema se tornou um dos filmes mais vistos de todos os tempos, cujas referências se enraizaram no imaginário ocidental. A Editora Barba Negra traz para você uma nova tradução, assinada por Santiago Nazarian e ilustrações de Alvim.
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Tags: Alvim, Barba Negra, Clássicos da literatura, Dorothy, Editora Leya, Eternamente Clássicos, L. Frank Baum, O mágico de Oz, Oz, Santiago Nazarian, Toto
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ULTRALAFA − O mundo paralelo do nosso dia a dia − É difícil saber em que mundo Lafayette vive. Alguns dizem que já foi visto bebendo pelos bares da Glória, outros já viram o autor dirigindo um reluzente táxi amarelo pelas ruas do Rio de Janeiro. Mas o fato é que ele está sempre em trânsito, visitando mundos conhecidos e desconhecidos, se aprofundando na nossa realidade ou desbravando mundos paralelos, sempre em busca de novas dimensões para o humor.
Este box especial com seis livros traz o roteiro, fotos exclusivas de L. Pagliaro e Gui Maia e ilustrações feitas por Olaf Hajek especialmente para a série da TV dirigida por Luiz Fernando Carvalho, escrita por João Paulo Cuenca, com a coautoria de Cecilia Giannetti e Michel Melamed. Sua realização só foi possível graças ao trabalho em conjunto de roteiristas, atores, fotógrafos, ilustrador, designers gráficos, diretores de arte, figurinistas, cenógrafos e uma extensa equipe.
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Tags: Afinal o que querem as mulheres?, Barba Negra, Cecilia Giannetti, Editora Leya, Freud, João Paulo Cuenca, Luiz Fernando Carvalho, Michel Melamed, Minissérie, Minissérie Afinal o que querem as mulheres?, Paola Oliveira, Roteiro, Série de TV, Sigmund Freud
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676 APARIÇÕES DE KILLOFFER − Killoffer começa seu livro 676 aparições de Killoffer com autocomiseração, inquieto com a louça suja esquecida em casa, em Paris, antes de cruzar o Atlântico até o Quebec. Esse “junkie” sabe muito bem valorizar a própria sujeira e a si mesmo. Ao longo do livro ele se reproduz 675 vezes, e o leitor é desafiado a contar. Ele traça com maestria esta história noir em preto e branco, nesta publicação monstro, 25 x 36,5 cm, e monstruosa. O livro surgiu de um intercâmbio entre a França e o Canadá. Killoffer ganhou uma bolsa de estudos e hospedagem para viver no Quebec tendo, como contrapartida, escrever um livro sobre a província. Nem é preciso dizer que o livro foi vetado pela instituição que ofereceu a viagem porque, entre outras descomposturas, o autor declara em seu texto que ele era ali apenas um filtro de digestão: digeria Paris e a transformava em merda francesa na América.
CICATRIZES − Small conta a sua história de passagem da infância para a adolescência com imagens fascinantes, caleidoscópicas, que transformam pesadelos em contos de fadas. Faz sua jornada da infância doente à situação de paciente com câncer, até a adolescência perturbada e a arriscada decisão de sair de casa aos 16 anos – com nada além do que o sonho de se tornar um artista – ressoar como sua declaração de sobrevivência.
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Tags: Autobiografia, Barba Negra, Cicatrizes, David Small, Dor, Editora Leya, Família, História em Quadrinhos, HQ, Memória, quadrinhos
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ZUMBIS − O LIVRO DOS MORTOS − Um banquete para o seu cérebro. Ou seria o contrário? Eles comem carne humana. Transformam você com uma simples mordida. E a única maneira de matá-los é perfurando suas cabeças. Mas se isso é tudo o que você sabe sobre os mortos-vivos, é melhor ler Zumbis: O Livro dos Mortos, de Jamie Russell. Através da mais completa análise de filmes do gênero, você vai entender melhor por que essas repugnantes criaturas fazem tanto sucesso nos cinemas desde 1932. De Ed Wood a George A. Romero, do sangue de catchup às verdadeiras obras primas, os zumbis têm servido de metáforas para temas como escravidão, racismo, guerra fria, paranoia nuclear, desemprego, aids, consumismo, intolerância. E nem por isso deixaram de ser divertidos. E muito, muito sinistros.
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Tags: Barba Negra, Cinema, Comedores de cérebro, Cultura pop, Editora Leya, História, História em Quadrinhos, HQ, Jamie Russel, Não-ficção, O livro dos mortos, quadrinhos, Zumbi, Zumbis
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[ENTRE] − O livro reúne sete projetos do arquiteto Carlos M. Teixeira, responsável pela concepção do terreiro “O Outro, O Mesmo”, um dos seis espaços de convívio da 29° Bienal Internacional de São Paulo. A obra é composta também por outros projetos como o Amnésias Topográficas, que mostra a investigação do escritório Vazio S/A, fundado por Texeira, juntamente com o grupo de Teatro Armatrux.
Samba de sambar no Estácio − 1928 a 1931 − O livro é resultado de 20 anos de pesquisa de Humberto M. Franceschi sobre um período essencial da história da música popular brasileira, mas pouco estudado até agora. Franceschi descreve o momento em que o samba se transformou nas mãos de Ismael Silva, Brancura, Bide, Nilton Bastos, Getúlio Marinho, Heitor dos Prazeres, entre muito outros que compuseram sambas com identidade própria, diferentes dos sambas-maxixes populares na época.
(Proposta de capa.)
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Tags: Bide, Estácio, Estácio de Sá, Heitor dos Prazeres, Humberto M. Franceschi, IMS, Instituto Moreira Salles, Ismael Silva, Música, Música Popular Brasileira, Não-ficção, Rio de Janeiro, Samba, Samba de sambar no Estácio
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ACADÊMICOS, UNIDOS & TANTAS MAIS − A obra faz uma análise da trajetória das agremiações cariocas desde de seu surgimento, na década de 1920, até hoje, descrevendo também manifestações anteriores da folia no Rio de Janeiro. Aborda, também, aspectos específicos dos desfiles, como enredo e samba-enredo, explicando os critérios de julgamento. Ao fim, há um capítulo com dados como as lista de campeãs de todos os grupos e os vencedores do Estandarte de Ouro, além de um anexo com cerca de 40 fotos de carnavais que permanecem na memória popular.
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Tags: Acadêmicos Unidos & Tantas Mais, Edições Folha Seca, Escola de Samba, História, João Bastos, Música, Música Popular Brasileira, Não-ficção, Rio de Janeiro, Samba
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A GRANDE ARTE − “Há pessoas que seguram a faca e golpeiam como se tivessem na mão um martelo. Nunca faça isso. Também não a use como se fosse um furador-de-gelo, a não ser que o alvo seja o coração de um sujeito deitado. A faca deve ser empunhada com o polegar achatado, apoiado na parte superior do cabo, na altura da dobra da falange com a falangeta do dedo indicador. Veja esses movimentos.”
PEQUENAS CRIATURAS − “Rico pode ter tudo, até inveja um do outro, e neles isso é engraçado, aliás, tudo é divertido. Eu sou pobre e a inveja em pobre é muito malvista, porque inveja deixa pobre recalcado. Junto com a inveja, vem o ódio dos ricos, pobre não sabe como ir à forra esportivamente, sem espírito de vingança.”