Bombaim: cidade máxima Dec 05. 2011
Feira da Reminiscência Dec 01. 2011
FEIRA DA REMINISCÊNCIA – História, Tradição e Cultura da Feira de São Cristóvão
“A Feira vive então tanto o risco do novo, de se tornar superficial e dissociada de suas raízes, quanto o risco do velho, de se tornar obsoleta. Experimentá-la, hoje, significa tomar contato com esse conflito.” – Rodrigo Valverde
A Feira de São Cristóvão, há mais de seis décadas, integra o patrimônio imaterial do Rio de Janeiro. Primeira parada para quem vinha do Nordeste, o local acabou por se transformar em ponto de encontro para rever algum parente ou amigo distante ou simplesmente matar a saudade da terra ouvindo a música e comendo produtos típicos da região. E assim foi por anos e anos.
A partir de 2003, no entanto, com a sua institucionalização como Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas e a transferência definitiva para dentro do pavilhão, é possível observar um crescente distanciamento entre a tradição inicial e o entretenimento atual.
Sem fazer juízo de valor e tendo como ponto de partida a pesquisa realizada pelo Prof. Dr. Rodrigo Valverde, o projeto Feira da Reminiscência – História, Tradição e Cultura da Feira de São Cristóvão apresenta este contexto paradoxal em fotografias e vídeos da dupla a frente da Retina78, Christiano Menezes e Chico de Assis.
Tradições que se mantêm e tradições perdidas. A mostra traça um paralelo entre a memória do que foi e o retrato do que está sendo. Depoimentos de alguns dos principais personagens que compõem o universo da Feira de São Cristóvão revelam tanto as melhorias e mudanças, como as perdas e desaparecimentos que a transferência trouxe na rotina e no dia a dia, através de recordações e lembranças de batalhadores como Marabá, que, há mais de 30 anos, chegou no Campo de São Cristóvão para matar a fome e por lá ficou, trabalhou, morou e circula até hoje, tornando-se diretor cultural da feira em 2005.
Ou ainda Dona Maria, cozinheira que começou com uma barraca que vendia sarapatel e buchada, entre outras comidas típicas do Nordeste brasileiro, e hoje é proprietária, junto com o marido, do restaurante Maria & Getúlio; Carlinhos, antigo vendedor de discos de vinil em uma lona estendida no chão e atual proprietário da loja de mesmo nome que vende CDs e DVDs; e Arnaldo, um dos feirantes mais antigos, “que trabalha com boi” há mais de 40 anos.
Através do registro em mídias digitais, preserva-se parte da tradição oral do pedaço do Nordeste no Rio de Janeiro, além de se levar a público a sua instantaneidade imagética. Tal iniciativa só foi possível através do apoio da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e, sobretudo, da valorosa colaboração da Associação dos Feirantes/CLGTN.
Nanda Miranda e Bruno Dorigatti
Bamboo Nov 25. 2011
Vitor Gonçalves , Josué Lopez, Bruno Aguilar, Bernardo Ramos e Alex Buck têm um vasto caminho percorrido na música brasileira. Diversas vezes premiados, já atuaram junto a grandes nomes como Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Naná Vasconcelos, Itiberê Zwarg, Djavan, Arismar do Espírito Santo e Hamilton de Holanda. O Bamboo é a consequência do cruzamento dessas histórias num encontro de extrema afinidade. No primeiro disco do grupo, Bamboo ,que será lançado lançado pelo selo Brasilianos, os compositores, instrumentistas e arranjadores apresentam um trabalho autoral repleto de referências, que vão das raízes da música brasileira ao jazz de vanguarda e a música clássica.
Henry James Nov 22. 2011
COLEÇÃO NOVELAS IMORTAIS − Coleção Novelas Imortais, organizada por Fernando Sabino, volta às prateleiras pelo selo Rocco Jovens Leitores.
A FERA DA SELVA − “Você me contou que sempre teve, desde os primeiros tempos, como a coisa mais profunda dentro de você, a sensação de estar sendo poupado para algo estranho, talvez prodigioso e terrível, que mais cedo ou mais tarde acabaria acontecendo.” A partir dessa revelação, um homem e uma mulher ainda jovem passaram o resto da vida aguardando com obstinada intensidade que aconteça essa coisa extraordinária, como uma fera emboscada na selva, pronta a saltar a qualquer momento. Enquanto envelhecem, vão tecendo, com sentimentos à flor da pele, um sutilíssimo embate de emoções, no jogo da relação afetiva entre dois seres a quem o amor uniu sem que eles saibam.
Companhia de Freud Editora Nov 22. 2011
A Companhia de Freud Editora publicou seu primeiro título em 1994. A idéia de fundar uma casa de edição nasceu de uma necessidade de alargar os horizontes da transmissão da psicanálise uma vez que, após a morte de Jacques Lacan, vários de seus discípulos tiveram dificuldade em fazer circular suas obras, sobretudo no Brasil. Assim, da convicção inicial e da responsabilidade ética com o discurso psicanalítico, para além da restrição de nomes, surgiu o encantamento e o compromisso com a divulgação de obras de enorme valor para o campo da psicanálise. A Companhia de Freud Editora encontra-se, hoje, em condições de ampliar seus horizontes. Decidimos editar livros de outros campos de saber como filosofia, história e alguns romances, que tocam de perto a vida subjetiva. O objetivo é seguir apostando nesta árdua, porém fascinante aventura do universo editorial a partir do discurso psicanalítico para outros.
ADOLESCÊNCIA, VIOLÊNCIA E A LEI
PROBLEMAS DE FAMÍLIA
Carlos M. Teixeira Nov 21. 2011
[ENTRE] − O livro reúne sete projetos do arquiteto Carlos M. Teixeira, responsável pela concepção do terreiro “O Outro, O Mesmo”, um dos seis espaços de convívio da 29° Bienal Internacional de São Paulo. A obra é composta também por outros projetos como o Amnésias Topográficas, que mostra a investigação do escritório Vazio S/A, fundado por Texeira, juntamente com o grupo de Teatro Armatrux.
João Bastos Nov 18. 2011
ACADÊMICOS, UNIDOS & TANTAS MAIS − A obra faz uma análise da trajetória das agremiações cariocas desde de seu surgimento, na década de 1920, até hoje, descrevendo também manifestações anteriores da folia no Rio de Janeiro. Aborda, também, aspectos específicos dos desfiles, como enredo e samba-enredo, explicando os critérios de julgamento. Ao fim, há um capítulo com dados como as lista de campeãs de todos os grupos e os vencedores do Estandarte de Ouro, além de um anexo com cerca de 40 fotos de carnavais que permanecem na memória popular.
Rubem Fonseca Nov 18. 2011
A GRANDE ARTE − “Há pessoas que seguram a faca e golpeiam como se tivessem na mão um martelo. Nunca faça isso. Também não a use como se fosse um furador-de-gelo, a não ser que o alvo seja o coração de um sujeito deitado. A faca deve ser empunhada com o polegar achatado, apoiado na parte superior do cabo, na altura da dobra da falange com a falangeta do dedo indicador. Veja esses movimentos.”






















