Cabaret

“Ninguém escutou, ninguém lhe deu atenção/ Até que caiu o microfone em suas mãos// O baque seco de um corpo que ao chão tombou/ Fazendo a platéia inteira gritar: ‘Roquenrou!’// Sangue no ato, crime barato/ Deixe o cadáver no palco/ O show só termina quando ele levantar// Era um sacrifício, era autoflagelação,/ Era um homem condenado à consagração/ Finalmente a fama veio a banda não parou/ Finamente a multidão estava vendo um show// Palmas e vaias, vocês são todos animais/ Palmas e vaias, vocês nos meus funerais”

Poste um Comentário

Seu email não será publicado ou compartilhado. Campos Obrigatórios *

*
*