O FILHO DA MÃE – “Ela já não consegue olhar para ele. Faz menção de fechar a porta [...]. Mas não consegue. O olhar desamparado do rapaz a impede. Ela vacila. Vai empurrando a porta, devagarinho, titubeante, até fechá-la na cara do operário, que permanece imóvel do lado de fora, no corredor. Ela está trêmula. Vira a chave por dentro, com pudor, tentando não fazer nenhum ruído, e se encosta à porta. Põe a mão na boca, para impedir o choro. Se deixar o choro vir, será um escândalo.”





