Revista Ficções

Era uma vez uma revista que congregava a literatura que o Brasil precisava (re)fazer, enfileirando contos em números de periodicidade incerta e de qualidade certeira. Na mancha da revista, esparramavam-se consagrados e  postulantes, todos no mesmo corpo, na mesma fonte. E funcionava. Dava liga. Diálogo. Pelos riscos corridos por gente como Jorge Viveiros de Castro, Augusto Massi, Carlito Azevedo, Rubens Figueiredo (e por tanta gente mais) a Ficções, em 1997, veio para ficar. E, em 2007, ficou para vir: os responsáveis pela revista assumiram outras obrigações, contratos e prêmios. A revista estancou no número dezesseis e os novos autores brasileiros ficaram sem canal, involucraram-se cada um em seu blog, espanando o rastilho da literatura. Em 2009, a Ficções reencarna maior, no formato e na ambição. Quer saber mais dos autores — os entrevista; quer extrair mais dos textos —os comenta; quer atiçar os sentidos — traz as artes visuais (desenho, fotografia, pintura) para a conversa. Quer muito mais que isso — transcende do papel para www.revistaficcoes.com.br.

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