O ÚNICO FINAL FELIZ PARA UMA HISTÓRIA DE AMOR É UM ACIDENTE – “Descobri a Sala do Periscópio no porão alguns anos depois dos meus sentidos começarem a perseguir as mulheres. Nela, organizadas por data e hora, estão gravações clandestinas dos meus primeiros encontros sexuais em motéis de Shibuya, e também de conversas, discussões e reatamentos em jantares, passeios e tardes da minha adolescência.”






Um Comentário
1 Lucas Feat
Postado Jul 06. 2010 às 16:53Permalink
Acredito que depois de “Cordilheira” e “Do fundo do poço se vê a lua”, o livro do Cuenca seja um dos mais aguardados por quem acompanha o projeto Amores Expressos. A capa do livro ficou simplesmente fodástica! Yo!