Expo Brazil Contemporary

Brazil Contemporary is a project of Museum Boijmans Van Beuningen, the Nederlands Architecture Institute and the Nederlands Fotomuseum. After the success of China Contemporary (2006), the museums have decided to join forces again to focus on a country that has emerged as a global player in economic, social and cultural terms within a short period. Brazil Contemporary presents a broad panorama of Brazilian. culture. 

Força Tarefa

A série de TV “Força-tarefa”  escrita por Marçal Aquino (escritor e roteirista de “Os matadores”, “O invasor” entre outros) e o Fernando Bonassi (dramaturgo, escritor e co-roteirista de “Carandiru”) onde buscam retratar de maneira realista os dilemas de um policial que procura se manter incorruptível em uma realidade onde as negociações ocorrem a céu aberto e  uma classe da sociedade teme levar um tiro de armas que seus próprios colegas venderam aos traficantes.

Bernard Beckett

GÊNESIS – Em uma Terra devastada nasce uma nova sociedade. Separados do mundo exterior por uma cerca em pleno oceano, seus habitantes vivem em absoluto isolamento – aviões que se aproximam são abatidos; refugiados, executados. Até que um soldado escolhe romper com as regras e resgata das águas uma menina. Ele muda para sempre o curso da História.

Luiz Ruffato

ESTIVE EM LISBOA E LEMBREI DE VOCÊ – Livro do projeto Amores Expressos levou o autor pelos idiomatismos lusos – como forma de se sentir parte da nova realidade. Essa lenta e sutil metamorfose linguística, operada com fartas doses de trabalho e talento nas páginas concisas deste Estive em Lisboa e lembrei de você, confirma a prosa de Luiz Ruffato como uma das mais inventivas da narrativa brasileira contemporânea.

Ricardo Lísias

O LIVRO DOS MANDARINS – Este é um livro único na literatura brasileira. Nele, Ricardo Lísias alia as reviravoltas e o suspense de um thriller a um estilo literário vibrante, original, para narrar a trajetória de Paulo, diretor de desenvolvimento de um banco multinacional que decide se candidatar a uma vaga na China.  — “Pelo empreendimento de altíssimo risco e pela coragem autoral, Ricardo Lísias se coloca, sem erro, como um dos bons momentos da nova literatura brasileira.” — Wilson Bueno, O Estado de S.Paulo

Rubens Figueiredo

O LIVRO DOS LOBOS – “Agora, aquele texto, por ter sido tantas vezes repetido, quase palavra por palavra, parecia quase destinado a uma espécie de imortalidade. A repetição passou a ser para nós a imagem mais compreensível daquilo que não morre. Assim se repetem as estações do ano, as palavras do Livro Sagrado, ou as visitas noturnas dos lobos. Desse jeito modesto, sempre com medo do incêndio, Estevão sonhava com alguma coisa que durasse, ou pelo menos que não estivesse sujeita à destruição pelo fogo.”

David Grann

Z, A CIDADE PERDIDA - Em janeiro de 1925, o explorador britânico Percy Harrison Fawcett tomou o vapor SS Vauban em Nova Jersey com destino ao Rio de Janeiro. Seu objetivo: encontrar a mítica cidade de Eldorado, supostamente escondida há séculos no coração da Amazônia. A expedição de Fawcett nunca mais retornou, e permanece desaparecida no interior da floresta. Assim como as gerações que o precederam, David Grann acabou atraído pelo “inferno verde” da floresta.

Stieg Larsson

OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES – “Lisbeth Salander fechou os olhos e quis que o chão se abrisse sob seus pés. Sentia-se num estado de paralisia mental. Estava com a boca seca. A situação era irreal e seu cérebro recusava-se a funcionar. Nunca antes havia estado face a face com um de seus objetos de investigação. Ele sabe onde eu moro! Ele estava em sua cozinha. Impossível! Isso não podia estar acontecendo. Ele sabe quem sou!”

Revista Ficções

Era uma vez uma revista que congregava a literatura que o Brasil precisava (re)fazer, enfileirando contos em números de periodicidade incerta e de qualidade certeira. Na mancha da revista, esparramavam-se consagrados e  postulantes, todos no mesmo corpo, na mesma fonte. E funcionava. Dava liga. Diálogo. Pelos riscos corridos por gente como Jorge Viveiros de Castro, Augusto Massi, Carlito Azevedo, Rubens Figueiredo (e por tanta gente mais) a Ficções, em 1997, veio para ficar. E, em 2007, ficou para vir: os responsáveis pela revista assumiram outras obrigações, contratos e prêmios. A revista estancou no número dezesseis e os novos autores brasileiros ficaram sem canal, involucraram-se cada um em seu blog, espanando o rastilho da literatura. Em 2009, a Ficções reencarna maior, no formato e na ambição. Quer saber mais dos autores — os entrevista; quer extrair mais dos textos —os comenta; quer atiçar os sentidos — traz as artes visuais (desenho, fotografia, pintura) para a conversa. Quer muito mais que isso — transcende do papel para www.revistaficcoes.com.br.

Capitu promo

“Agora, por que é que nenhuma dessas caprichosas me fez esquecer a primeira
amada do meu coração? Talvez porque nenhuma tinha os olhos de ressaca, nem os de
cigana oblíqua e dissimulada. Mas não é este propriamente o resto do livro. O resto é
saber se a Capitu da praia da Glória já estava dentro da de Matacavalos, ou se foi
mudada naquela por efeito de algum caso incidente. Jesus, filho de Sirach, se soubesse
dos meus primeiros ciúmes, dir-me-ia, como no seu cap. IX, vers. I: “Não tenhas ciúmes
de tua mulher para que ela não se meta a enganar-te com a malícia que aprender de ti.”
Mas eu creio que não, e tu concordarás comigo; se te lembras bem da Capitu menina,
hás de reconhecer que uma estava dentro da outra, como a fruta dentro da casca.”

Stereomoog

Um par de olhos guiados/ Contempla o novo universo/ Sabem que o destino se vendeu/ Num vagão de trem eu vou seguindo/ A lua que me olha, me olha distante// E sob o céu inseguro, um véu/ Sonho em viver do meu sonho/ E que eu possa voltar a viver/ Sob um céu azul paraíso// Meus olhos guiados procuram a vida/ Como na profecia/ Que o mito não sabia/ E quem acreditaria// Pra frente é que se vive, com fé em deus/ Entre sonhos e ilusões…

Capitu anúncio

“Vaguei pelas ruas o resto da noite. Ceei, é verdade, um quase nada, mas o
bastante para ir até à manhã. Vi as últimas horas da noite e as primeiras do dia, vi os
derradeiros passeadores e os primeiros varredores, as primeiras carroças, os primeiros
ruídos, os primeiros albores, um dia que vinha depois do outro e me veria ir para nunca
mais voltar. As ruas que eu andava como que me fugiam por si mesmas. Não tornaria a
contemplar o mar da Glória…”

Planeta água

Todo mundo sabe que a gente vive no planeta Terra. Mas espera aí: olhando do espaço, a Terra é uma bola azul. Isso porque ela é quase toda feita de água. Se juntarmos todas as partes de terra visíveis hoje no planeta, ficamos com apenas 1/3 de sua superfície. O resto, os outros 2/3, são água. Então será que não devia se chamar planeta Água em vez de planeta Terra? Quem sabe se o nosso planeta se chamasse mesmo planeta Água, as pessoas teriam se tocado que apesar de estar em todos os lados, a água doce e limpa para os seres humanos não é infinita.

Renato Russo

Parece cocaína/ Mas é só tristeza/ Talvez tua cidade/ Muitos temores nascem/ Do cansaço e da solidão/ Descompasso, desperdício/ Herdeiros são agora/ Da virtude que perdemos…/ Há tempos tive um sonho/ Não me lembro, não me lembro…/ Tua tristeza é tão exata/ E hoje o dia é tão bonito/ Já estamos acostumados/ A não termos mais nem isso…/ Os sonhos vêm e os sonhos vão/ E o resto é imperfeito…

Parede

I FESTIVAL INTERNACIONAL DE PÔSTER ARTE DO RIO DE JANEIRO – “A proposta é promover uma grande mostra desta modalidade de arte urbana de rua e estabelecer um calendário para o festival, tornando-o referência mundial. O festival é organizado e idealizado pelo curador Marco Antonio Teobaldo e pelo artista gráfico Eduardo Denne, que prometem a participação dos melhores artistas do mundo neste gênero artístico para a primeira edição do PAREDE.”