NUNCA VAI EMBORA − “O plano em princípio pareceu absurdo, não porque fosse ruim, mas porque me obrigava a tomar uma decisão. Eu sabia que se Camila dizia que queria ir, era porque ia. Não me sentia no direito de contestá-la. Quando começamos a namorar, fui eu quem encheu seus ouvidos com discursos sobre a [...]
Leia Mais…Arquivo Amores Expressos
Chico Mattoso Nov 11. 2011
Sérgio Sant’Anna Nov 10. 2011
O LIVRO DE PRAGA − Narrativas de amor e arte − “Ela se levantou e, frente a frente comigo, voltou ao francês e a uma feminilidade gentil. − Não, literalmente não sou puta, pois a mercadoria que ofereço em meu corpo é um texto tatuado de Kafka. − Kafka? Como saber? Kafka jamais desceu ao [...]
Leia Mais…Joca Reiners Terron Jul 06. 2010
DO FUNDO DO POÇO SE VÊ A LUA – “Foi dali em diante, talvez, que decidi não aceitar a sina genética de ser duas pessoas com um só corpo ou uma só pessoa com dois corpos idênticos. Ocorreu-me então que Deus às vezes pode escrever de maneira torta por linhas exatas. É incrível como agora [...]
Leia Mais…João Paulo Cuenca Jun 30. 2010
O ÚNICO FINAL FELIZ PARA UMA HISTÓRIA DE AMOR É UM ACIDENTE – “Descobri a Sala do Periscópio no porão alguns anos depois dos meus sentidos começarem a perseguir as mulheres. Nela, organizadas por data e hora, estão gravações clandestinas dos meus primeiros encontros sexuais em motéis de Shibuya, e também de conversas, discussões e [...]
Leia Mais…Luiz Ruffato Sep 20. 2009
ESTIVE EM LISBOA E LEMBREI DE VOCÊ – Livro do projeto Amores Expressos levou o autor pelos idiomatismos lusos – como forma de se sentir parte da nova realidade. Essa lenta e sutil metamorfose linguística, operada com fartas doses de trabalho e talento nas páginas concisas deste Estive em Lisboa e lembrei de você, confirma [...]
Leia Mais…Bernardo Carvalho Jul 02. 2009
O FILHO DA MÃE – “Ela já não consegue olhar para ele. Faz menção de fechar a porta [...]. Mas não consegue. O olhar desamparado do rapaz a impede. Ela vacila. Vai empurrando a porta, devagarinho, titubeante, até fechá-la na cara do operário, que permanece imóvel do lado de fora, no corredor. Ela está trêmula. [...]
Leia Mais…Daniel Galera Oct 27. 2008
CORDILHEIRA – “Eu não entendia tudo, mas o que entendia bastava para exercer algum tipo de efeito amaciante na minha espinha. De repente a tensão foi embora e consegui me entregar. […] Pela primeira vez desde que tinha chegado àquela cidade eu me sentia experimentanto algo verdadeiro e extraordinário. Algo que estava compartilhando com alguém. [...]
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